quinta-feira, 22 de julho de 2010
O Outro Lado da História
Há certas coisas que nos surpreendem, nos deixam perplexos. Neste mundo da comunicação instantânea, a mídia tem um papel fundamental na formação de nossas opiniões sobre diversos assuntos. O valor verdadeiro de uma informação está em sua veracidade, não no sensacionalismo que ela provoca. Porém, a mídia ocidental tem se preocupado e se ocupado em sensacionalizar todas as informações por ela divulgadas, a despeito de sua veracidade.
No Brasil, tivemos o exemplo da Rede Globo, que colocou Fernando Collor na Presidência da República e, depois, orquestrou e conquistou o seu “impeachment”, tudo de acordo com o que era conveniente para a empresa e seus amigos.
Fatos do nosso cotidiano são manipulados de acordo com o sensacionalismo que possam promover. Suspeitos de crimes são transformados em criminosos culpados, de alta periculosidade, antes mesmo que se façam as devidas investigações e que se passe por um julgamento justo.
No Oriente Médio, a situação é ainda pior. A mídia ocidental, movida por esse sensacionalismo ganancioso, transforma Israel em um Satanás encarnado, a despeito de seus inimigos serem os terroristas, não Israel. Ainda que Israel cometa erros crassos, como, às vezes, comete, são os países governados pelo Islã que promovem terrorismo, não só no Oriente Médio, como pelo mundo inteiro.
Israel é a única democracia na região. É o único País daquela área que defende legalmente, e na prática, a liberdade de religião. É o único País que tem estrangeiros (árabes) no seu congresso. É o único País do mundo que não faz retaliações aos outros países, por não reconhecerem Jerusalém como sua capital. É o País que o Conselho de Segurança da ONU se sente à vontade para retaliar, porque sabe que Israel não vai reagir de forma violenta às retaliações, através do terrorismo que é comum a seus inimigos.
Apesar disso, a mídia ocidental insiste em demonizar Israel. Assista aos vídeos abaixo e compare com o que a mídia tem divulgado!
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quinta-feira, 1 de julho de 2010
Os Três Terrores
Mais uma paródia!
Nesta, os famosos três tenores Luciano Pavarotti, Plácido Domingo e José Carreras são substituídos por atores representando os atuais chefes de Estado do Irã, da Turquia e da Síria. Vídeo extraído da Latma TV (http://www.latma.co.il/latma/Templates/ShowPage.asp?DBID=1&LNGID=2&TMID=99&FID=469).
Terrorismo não é brincadeira, mas o mundo ocidental o tem tratado como se fosse.
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Mosab Yousef, o "Filho do Hamas"
Assistam com atenção, e vejam o que o Evangelho e a graça de Deus podem fazer na vida de uma pessoa e nas circunstâncias mais inacreditáveis. Assistam a todos os vídeos, com atenção para o 3º vídeo, onde o poder de Jesus se distingue claramente da religião.
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Não foi encontrada ajuda humanitária a bordo do navio Mavi Marmara
Dos sete navios da flotilha (de 31 de maio), apenas quatro eram de carga. O Challenger 1 (barco de pequeno porte), o Sfendonh (pequeno barco de passageiros) e Mavi Marmara (maior embarcação da flotilha e navio onde ocorreram os incidentes de 31 de maio) não carregavam qualquer ajuda humanitária, exceto os pertences pessoais dos passageiros.
Dos quatro navios que realmente transportavam carga, é importante notar que:
1 - A carga encontrada nos navios estava espalhada nos porões dos barcos e empilhada, e não devidamente embalada para o transporte. Os equipamentos não foram armazenados de forma apropriada e colocados em bases de madeira.
2 - Devido ao empacotamento impróprio, alguns dos equipamentos foram esmagados pelo peso durante o transporte.
3 - Os medicamentos e equipamentos sensíveis (equipamentos para centros cirúrgicos, roupas, etc.) estão sendo mantidos em armazenamento apropriado na base do Ministério da Defesa. Alguns dos medicamentos já expiraram, e outros vão expirar em breve. O equipamento para centro cirúrgico, que deveria ser mantido em ambiente estéril, foi embalado sem os devidos cuidados. Uma grande parte dos equipamentos, principalmente calçados e vestuários, foram usados e estão desgastados.
4 - As cargas que aguardam a entrada na Faixa de Gaza, tanto na passagem de Kerem Shalom como na base do Ministério de Defesa, foram aprovadas pelas autoridades de Israel e aguardam permissão do Hamas.
5 - Das cargas que foram encontradas, listam-se: 300 cadeiras de rodas, 300 scooters de mobilidade novas (cadeira sobre rodas elétrica), 100 scooters de mobilidade especial para portadores de deficiência, muletas, 250 leitos hospitalares, 50 sofás, quatro toneladas de medicamentos (alguns vencidos e outros perto de expirar), 20 toneladas de roupas, tapetes, pastas escolares e sapatos, equipamentos hospitalares diversos (armários e gabinetes, equipamento para centro cirúrgico, etc.), brinquedos para parques e colchões.
Até o dia 7 de junho, quatro navios de carga chegaram em Ashdod - Gaza, Sofia, Defeny e Rachel Corrie – e as autoridades israelenses já haviam descarregado equipamentos do Defeny. Esta carga foi distribuída em 26 caminhões que seguiram para Gaza. Além destes, mais oito caminhões aguardam permissão na passagem Kerem Shalom para entrar na Faixa de Gaza.
Fonte: Embaixada de Israel - http://brasilia.mfa.gov.il/ - 10/6/2010 - http://www.beth-shalom.com.br/ Continue lendo >>
Os Fatos Sobre Israel e o Conflito no Oriente Médio
Logo após a declaração da independência do Estado de Israel, os países árabes, ao invés de declarar a independência do Estado da Palestina, declararam guerra e invadiram o Estado de Israel por todos os lados. Após 15 meses de guerra, os israelenses venceram essa guerra de extermínio do estado judeu e definiram as fronteiras acima em 1949, ao custo de 6.000 israelenses mortos.
Atacado em 1956, Israel novamente derrotou os países árabes chegando ao Canal de Suez de onde se retirou por pressão internacional. Note que até o final da Guerra dos 6 dias, isto é por 19 anos, a Cisjordânia e a Faixa de Gaza estiveram sob domínio árabe e nunca houve a intenção de criar o Estado Palestino nestes territórios.
Na Guerra dos 6 Dias, o deserto do Sinai e a Faixa de Gaza foram tomados do Egito, a Cisjordânia foi tomada à Jordânia e as Colinas de Golan à Síria. Nada foi tomado dos palestinos. A luta foi contra exércitos dos países vizinhos.
Guerra da Independência – 15/5/1948
No dia seguinte à proclamação de independência do Estado de Israel, em 14 de maio de 1948, os exércitos do Egito, da Jordânia, da Síria, do Líbano e do Iraque invadiram o país com o propósito confesso de expulsar os judeus das terras que lhes foram destinadas pela Partilha da Palestina, votada na ONU em 29 de novembro de 1947, e de "afogá-los no Mar Mediterrâneo".
Após a assinatura do armistício em 1949, a planície costeira, a Galiléia e todo o Neguev ficaram sob soberania israelense; a Judéia e a Samaria (a Margem Ocidental) ficaram sob domínio da Jordânia; e a Faixa de Gaza, sob administração egípcia. A cidade de Jerusalém ficou dividida, cabendo à Jordânia o controle da parte oriental, inclusive a Cidade Velha, e a Israel, o setor ocidental da cidade. No conflito, foram mortos 6.000 judeus, equivalentes a 1% da população judaica local.
A Campanha do Sinai – outubro de 1956
Por ordem do Egito, os navios israelenses e aqueles com destino a Israel foram impedidos de passar pelo Canal de Suez. Também o bloqueio egípcio ao Estreito de Tiran, que dá acesso ao porto de Eilat, foi reforçado. Com a assinatura de uma aliança tripartite entre o Egito, a Síria e a Jordânia, a ameaça à segurança de Israel tornou-se mais iminente. Em oito dias as Forças de Defesa de Israel (FDI) capturaram a Faixa de Gaza e toda a península do Sinai, detendo-se 16 km a leste do Canal de Suez. Com a intermediação da ONU, o Estreito de Tiran foi reaberto, permitindo o comércio de Israel com países da Ásia e da África, bem como a importação de petróleo do Golfo Pérsico, e Israel retirou suas tropas do Sinai.
A Guerra dos Seis Dias – 5/6/1967
A escalada de ataques terroristas árabes através das fronteiras com o Egito e a Jordânia, bem como o persistente bombardeamento do norte da Galiléia pela artilharia síria, foram o prelúdio para mais um conflito. O Egito solicitou à ONU que retirasse as tropas internacionais que guarneciam o Sinai (e U Thant, o secretário-geral da ONU, imediatamente o fez), deslocando todo o poderio de seu exército para lá e para as fronteiras com Israel, restaurando o bloqueio do Estreito de Tiran.
Nova aliança egípcia com a Síria e a Jordânia foi estabelecida, e as emissoras de rádio árabe transmitiam programas em hebraico em que anunciavam à população israelense que seu fim estava próximo. Israel invocou o direito de autodefesa e desencadeou um ataque preventivo contra o Egito e a Síria, conclamando a Jordânia a não intervir. As forças israelenses avançaram pelo Sinai, desbaratando o exército egípcio e expulsando os militares sírios entrincheirados no planalto do Golan. Com a entrada da Jordânia na luta, abriu-se uma terceira frente. Ao fim de seis dias de combates, a Judéia, Samaria, Gaza, a península do Sinai e o planalto do Golan estavam sob o controle de Israel. A cidade de Jerusalém, que estivera dividida entre Israel e a Jordânia desde 1949, foi reunificada sob a autoridade de Israel.
A Guerra de Yom Kippur – 6/10/1973
No dia mais sagrado do calendário judaico – Yom Kippur (Dia da Expiação) – o Egito e a Síria lançaram um ataque de surpresa: o exército egípcio atravessou o Canal de Suez e as tropas sírias invadiram o planalto do Golan. Durante as três semanas seguintes, as Forças de Defesa de Israel mudaram o rumo da batalha e repeliram os atacantes, atravessando o Canal de Suez e penetrando no Egito, ao mesmo tempo que avançavam até 32km de distância de Damasco, capital da Síria. Dois anos de difíceis negociações entre as partes resultaram em acordos de separação de tropas, pelos quais Israel se retirou de parte dos territórios que ocupara.
Operação Paz Para a Galiléia – 1982
Após serem expulsos da Jordânia em 1970, os guerrilheiros da Organização Para a Libertação da Palestina (OLP) instalaram-se no Sul do Líbano, junto à fronteira com Israel. Daí partiram, inúmeras vezes, comandos para ações terroristas contra cidades e colônias no norte de Israel (Galiléia), causando inúmeras baixas e pesados danos materiais. Para interromper esses ataques, o exército israelense entrou no Líbano e destruiu a maior parte da infra-estrutura operacional e militar da OLP na região. Em 1985, Israel retirou-se do Líbano, completando a retirada no ano 2000. Observadores da ONU permaneceram na fronteira entre os dois países.
(© Museu Judaico/RJ, http://www.museujudaico.org.br/ - http://www.beth-shalom.com.br/) Continue lendo >>
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Quem Escolheu o Hamas Para Liderá-los?
- por Dov Fischer | 10 de Junho de 2010
Para entender o povo de Gaza, que agora apela para as emoções dos humanitários-sem-causa, se poderia começar considerando a liderança desse povo, eleita livremente: a rede terrorista Hamas. E, para entender o Hamas, pode-se começar olhando com atenção para o símbolo do Hamas. O centro do símbolo retrata espadas e uma estrutura com uma cúpula dourada, mas os rabiscos acima do centro do símbolo são mais descritivos. Um rabisco vale mais do que mil palavras. Aquele rabisco não é um símbolo árabe, mas o mapa de Israel.
Olhe com mais cuidado ainda: o rabisco – o mapa de Israel pintado no símbolo do Hamas –, antes de mais nada, é Israel antes de 1967. É Israel sem a Faixa de Gaza. O Hamas não tem nenhum desenho da Faixa de Gaza, que ele controla. Ao invés disto, usando Gaza como um trampolim para a sua real intenção, o Hamas tem desenhos da única Palestina que ele sempre cobiçou: a Palestina que, agora, é chamada “o Estado de Israel”. Como a jornalista anti-semita, Helen Thomas, disse recentemente sobre os israelenses: “Digam a eles para saírem da Palestina, inferno! Lembrem-se: essa gente [árabe] a ocupou e essa é a sua terra!”. Os judeus, acrescentou Helen Thomas, podem voltar para o lugar de onde saíram – “Polônia, Alemanha... Estados Unidos e qualquer outro lugar”. (Mostrando total ignorância, muito comum no meio da divisão de imprensa da Casa Branca, Helen não tem consciência de que a maioria dos israelenses é de filhos do Oriente Médio, descendentes dos 850.000 judeus exilados pelos governos árabes ditatoriais do norte da África, durante os anos em que Israel estava sendo fundado.)
A única “Palestina”, que sempre existiu, sempre foi sinônimo de terra natal dos judeus, que foi renomeada para “Israel”, mais tarde, em 1948. Alugue uma cópia do filme “Exodus”, da década de 1960. Ouça ao diálogo, com isenção. Não tome partidos. Apenas preste atenção nas definições. Os britânicos, feliz ou infelizmente, são mostrados como os bandidos, no filme, tentando manter os judeus fora da “Palestina”. Paul Newman está tentando colocar os judeus na “Palestina”. Todos, vendo o filme, percebem que “Palestina” é um nome que se refere a “Israel”. Assim, parece que o que tivemos aqui foi uma falha de comunicação. Não poderia ser mais simples: pelos últimos dois mil anos, desde que os romanos renomearam a terra de Israel, depois que eles expulsaram e exilaram os judeus, “Israel” sempre foi sinônimo de “Palestina” e “Palestina” sempre foi “Israel”.
Nunca, jamais, houve uma entidade árabe-palestina. Quem, afinal, alguma vez foi seu líder? Tente dizer o nome de qualquer líder que, em algum momento da história, tenha liderado o povo soberano “árabe-palestino” da “Palestina árabe”. Em que ano essa entidade foi fundada? Qual o nome de sua capital – qualquer capital? Onde está o desenho, ou a fotografia, do seu palácio de governo, ou do lugar onde seu chefe de Estado viveu? Qual era a moeda que usavam? De quem era a face e quais os dizeres nessa moeda? Quando esse Estado caiu? Em qual Olimpíada competiu? Qual edição da Enciclopédia Britânica tem uma referência a esse governo?
Considere desta forma: a cidade americana Palestina, no Texas, foi fundada em 1846. Recebeu esse nome em homenagem a um dos primeiros colonizadores da região, Daniel Parker, que veio de Palestina, Illinois. Esta Palestina foi oficializada em 1811. Recebeu esse nome em 1678 do explorador francês Jean LaMotte, que olhou para a terra e lhe deu o nome de “Palestina”, porque ela o lembrou da Terra Prometida para os judeus, na Bíblia, que manava leite e mel. Ninguém associava a “Palestina” com a comunidade árabe, nem mesmo os franceses nos anos de 1600. Pelo contrário, o nome estava associado com os judeus e a sua Terra Prometida da Bíblia. Acontece o mesmo com Palestina, no Arkansas (com uma população de 741 pessoas) e com Palestina do Leste, em Ohio.
Antes do país judeu ser nomeado “Israel”, em 1948, até mesmo os mais fervorosos judeus chamavam a terra natal judaica de “Palestina”. O Jerusalem Post de hoje, o jornal diário em língua inglesa de Israel, originalmente era chamado de Palestine Post. A instituição pré-governamental que se estendeu até a fundação política de Israel era a Agência Judaica para a Palestina, liderada pelo Dr. Chaim Weitzmann, que se tornou o primeiro Chefe de Estado do Israel moderno.
É esta “Palestina” – que tem o nome de Estado de Israel – que o Hamas está abertamente determinado a dominar. O rabisco diz tudo. Para chegar ao poder, para realizar seu sonho de riscar Israel do mapa, o Hamas, primeiro, trabalhou por mais de uma década com terrorismo sangrento, matando cerca de 500 pessoas durante mais de 350 ataques terroristas, desde 1993. O Hamas popularizou os “homens-bomba”. Então, nas eleições gerais de janeiro de 2006, circulou livremente e, com o mínimo de ameaças dentro das áreas de Gaza, da Judéia e de Samaria (a “Margem Ocidental”) controladas pela Autoridade Palestina, o eleitorado árabe-palestino colocou o Hamas no poder, através do voto. O Hamas conquistou 74 cadeiras, contra 45 do seu concorrente, o Fatah. O ex-presidente Jimmy Carter monitorou os votos e declarou a eleição do Hamas “honesta”, declarando as eleições como livres, claras, justas e transparentes. Ou seja, os eleitores árabes-palestinos escolheram, livremente, serem liderados por um grupo que foi declarado pelo mundo todo como terrorista e que também arquitetou os homens-bomba. Depois de vencerem as eleições parlamentares, os terroristas do Hamas passaram a fazer uma guerra sangrenta e mortal contra seus oponentes políticos, os terroristas do Fatah, leais ao presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas. Mais de 600 terroristas árabes mataram-se uns aos outros durante os dezoito meses seguintes. No final, o Hamas venceu e tomou as rédeas do poder em Gaza. Pela virtude da vontade do povo de Gaza, expressa livremente, o Hamas agora desfruta do suporte popular para liderar o povo, com a visão do Hamas.
Em 5 de Março de 1933, o povo alemão sobrepujou suas eleições, resultando na ascensão de Adolf Hitler ao poder, como chanceler da Alemanha. Os eleitores conheciam os planos de Hitler e ele os cumpriu, como havia prometido. O que se seguiu foi um terrorismo em massa e o mundo entrou em uma guerra que matou dezenas de milhões de pessoas. No fim, Estados Unidos e Inglaterra obtiveram vantagem e fizeram o que tinha que ser feito. Durante o bombardeio de Dresden, os aliados lançaram mais de 3,9 toneladas de bombas em dois dias, matando cerca de 25.000 alemães. Durante o colérico debate sobre se esses bombardeios aéreos tinham sido uma matança exagerada, uma das justificações sustentadas sempre se apoiou no reconhecimento de que a população civil alemã tinha eleito os nazistas e, pelo poder do voto, desejaram trazer a guerra e a destruição para os outros – e, por fim, para si mesmos.
Assim é com os habitantes de Gaza e a visão terrorista do Hamas, a quem eles elegeram “honestamente”. Em um mundo que viu os civis iranianos se levantarem e, como Neda Soltani, darem suas vidas tentando se libertar do jugo de um regime islâmico-fascista, liderado pelos aiatolás e por Mahmoud Ahmadinejad, o grande contraste com o povo de Gaza é evidente. O povo de Gaza celebra a morte. Eles celebram o terrorismo. Tendo uma escolha à disposição, eles optaram por uma visão de terror, que objetivava o extermínio de vidas ocidentais inocentes e a erradicação de Israel da face da terra. Diante de outras perseguições contemporâneas, como o terror sudanês em Darfur e a opressão turca à minoria curda, que agora chega a mais de dois milhões de refugiados, alguém, realmente, poderia argumentar “honestamente” que o povo de Gaza é vítima de outra coisa qualquer, que não seja sua própria, tragicamente violenta, predileção por dar suporte para o terror, acima da coexistência, e para a guerra, acima da paz?
Dov Fischer é um consultor para assuntos legais e professor adjunto de leis da administração civil. Antigamente, ele era o editor chefe de artigos da Revisão de Leis da Universidade de Los Angeles (UCLA). Escreve intensamente sobre política, cultura e assuntos religiosos. É autor do blog http://www.rabbidov.com/index.htm .
Extraído de http://frontpagemag.com/2010/06/10/who-chose-hamas-to-lead-them/
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quinta-feira, 10 de junho de 2010
We Con The World (Nós enganamos o mundo)
O navio da flotilha turca atacado por Israel, há poucos dias, tem dado o que falar.
Esta é uma paródia, mas...
Vale a pena meditar...
Traduzido e legendado por René Burkhardt



